Workshop de Ideologias Políticas

Desde a Grécia Antiga, berço da política, que os povos são dirigidos segundo diversos sistemas governativos, assentes em ideologias nas quais se baseiam na criação de objetivos políticos, económicos e sociais.
Por considerarmos estes princípios os mais indicados para o funcionamento pleno de uma sociedade, muitas vezes decidimos dar poder a um partido em detrimento de outros. Surgem assim as várias orientações políticas, que divergem e se diferenciam umas das outras, na forma de governo na qual se revêem, no sistema económico que defendem, na política social que consideram apropriada. Ser de direita, ser de esquerda, são posições encaradas com alguma leviandade e por vezes gera-se confusão na verdadeira aceção da palavra, por falta de contexto histórico ou significado. Mas o que é realmente uma política de direita? Em que difere um democrata-cristão de um social-democrata? Em que acredita um governo de esquerda?

Quer já tenhas uma opinião formada, quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no workshop de Ideologias Políticas organizado pelo Quórum, no próximo dia 21 de novembro!

Inscreve-te aqui:

Debate: E agora?

No dia 9 de novembro o mundo acordou para um cenário que era inesperado pela maior parte dos analistas: Donald Trump foi eleito 45º presidente dos Estados Unidos da América.
O candidato republicano conseguiu uma vitória inédita, arrecadando não só a maioria de representantes no colégio eleitoral, mas também saindo-se vitorioso na maioria dos estados americanos e conseguindo conquistar alguns dos estados considerados há muito bastiões democratas. Para além do mais, Donald consegue alcançar uma vitória republicana tanto no Senado como na Câmara dos Representantes.
Durante a campanha eleitoral Trump prometeu uma descida massiva dos impostos, a construção de um muro na fronteira com o México, uma aproximação geopolítica à Rússia e uma alteração do papel dos E.U.A na NATO, entre outros. Mas o que representará esta vitória? Tornar-se-á a América “great again”? Ou estaremos na iminência de um futuro irremediavelmente diferente?

Quer já tenhas uma opinião formada, quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no próximo debate do Quórum, dia 16 de novembro!

Debate: Estado Social

No dia 8 de Novembro de 2011, o Quórum – Fórum Político realizou o seu primeiro debate, dedicado à temática do Estado Social. Passados 5 anos, esta discussão não só não se tornou desatualizada, como ganhou particular relevância no panorama europeu e nacional, no contexto da melhor abordagem à crise económica que grassa desde 2008.
A discussão sobre as características do Estado Social encontra-se na base de qualquer debate informado sobre política económica e social. Na verdade, é na definição deste conceito que se tornam mais evidentes as diferenças ideológicas fundamentais entre as diversas famílias políticas.
Neste debate os vários intervenientes procuram estabelecer um equilíbrio entre, por um lado, o laissez-faire, a minimização do estado e o individualismo e, por outro, a regulação estatal dos mercados, a segurança social e o coletivismo.
Qual será o melhor modelo de Estado Social para Portugal? Como evoluiu no passado recente o Estado Social português, e como foi a sua adaptação à crise? Estas são algumas das questões que serão discutidas com os oradores e com a audiência.

cartaz-estado-social-g3_convertido

Quer já tenhas uma opinião formada quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no próximo debate do Quórum! Será no dia 8 de Novembro, no Salão de Alunos da FMUP, pelas 19 horas.

Debate: Presidential Debate

O dia das eleições presidenciais nos E.U.A. aproxima-se inexoravelmente, e, com ele, aumenta a expectativa sobre quem será o próximo presidente de uma das maiores potências mundiais.
Após umas eleições primárias particularmente agitadas, as nomeações partidárias recaíram sobre Hillary Clinton, pelos democratas, e Donald Trump, pelos republicanos. A sociedade americana parece profundamente dividida entre os dois. Muitos são os temas quentes destas eleições: economia, terrorismo, política internacional, cuidados de saúde, imigração, administração interna, entre outros. Ambos os candidatos estão envoltos em polémicas, sendo já vários os escândalos que transformaram estas eleições num grande acontecimento mediático.
O que significará o fenómeno Trump? Será Trump a imagem de um populismo xenófobo e sexista crescente ou o real representante dos ideais americanos que se cansaram do “politicamente correto”? Será Hillary uma marca de estabilidade nesta campanha ou o estereótipo de candidata de um sistema eleitoral corrupto? Serão estas eleições uma prova da falência do sistema democrático dos E.U.A.? Quais as consequências destas eleições para o posicionamento geoestratégico dos E.U.A. no mundo?

Quer já tenhas uma opinião formada, quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no próximo debate do Quórum, dia 2 de novembro!

Debate: Fugas de Informação

Na última década, vários foram os escândalos de divulgação de informação classificada como confidencial que vieram a público. Os delatores clamam pela liberdade de expressão e conhecimento, que consideram superar aqui o direito de privacidade e sigilo, enquanto os governos afirmam que esta confidencialidade é justificada em termos de segurança nacional. O caso WikiLeads foi o primeiro grande escândalo de fuga de informação em massa. Esta plataforma partilhou milhares de ficheiros relativos às intervenções militares americanas no Médio Oriente, a torturas praticadas em Guantánamo, entre outros. Em 2013, Edward Snowden, um analista de sistemas da NSA, revelou uma rede de vigilância a nível global, a qual abalou as relações diplomáticas mundiais. E, já em 2016, o caso Panama Papers rebentou, com a publicação de 10 milhões de documentos confidenciais, expondo milhares de empresas com contas offshore em paraísos fiscais. Neste contexto, e com uma população cada vez mais informada e desconfiada da moralidade dos poderosos, será legítima toda esta exposição de informação classificada como confidencial? Ou será que todos temos o direito de saber das “brincadeiras” do mundo governativo e empresarial? Que linha separa o direito à privacidade da necessidade de garantir a segurança da população?

Quer já tenhas uma opinião formada quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no próximo debate do Quórum!

Debate: Conferência para o Agendamento do Apocalipse

Zombies, aquecimento global, asteróides gigantes, terceira guerra mundial, inteligência artificial, desastres nucleares ou invasões alienígenas são algumas das causas avançadas para um, não tão distante, Armagedão. No entanto, o Quórum prefere apostar noutros prováveis CAVALEIROS do APOCALIPSE . Com Trump a cavalgar na direcção da Casa Branca, islamofobia a alastrar-se como a peste, a Europa a emparedar-se contra uma “praga” de refugiados vindos de uma guerra sem fim à vista, e o Reino Unido a tornar-se no primeiro desertor do paraíso da União, não faltam sinais bíblicos de que o fim está próximo!

Caso estejas pronto para fazer as tuas apostas, desejes apenas saber mais sobre os candidatos, ou conhecer o cronograma do fim do mundo, participa na Conferência para o Agendamento do Apocalipse, junta-te a nós, no QUÓRUM, e faz-te ouvir!

Debate: Tchau, querida! Vai ter golpe?

Recentemente, o Brasil tem sido palco de uma crise política, acompanhada de manifestações e protestos que estão a fazer tremer o governo, mas também instituições judiciais e os sistemas económico e civil. Mas, afinal o que se está a passar no nosso “país irmão”?
Após o enfraquecimento que o envolvimento no caso Petrobas e outros escândalos de corrupção tinham já provocado na liderança de Dilma Rousseff, a divulgação de uma chamada telefónica entre esta e o ex-presidente Lula da Silva fez rebentar uma crise política com enormes repercussões. A agravar esta situação, Dilma foi acusada de ter nomeado Lula da Silva ministro da Casa Civil com o objectivo de lhe conferir impunidade jurídica.

13151396_810352972398682_4015478515045867926_n


Neste contexto, o pedido de “impeachment”, já aprovado pelo congresso, foi a mais recente repercussão. Se aceite pelo senado, este fará com que Dilma perca o mandato, permanecendo inelegível por 8 anos.
Será isto um bom exemplo da justiça a funcionar ou antes um golpe de estado camuflado? Haverão eleições num futuro próximo? Para onde caminha a política brasileira?

Quer já tenhas uma opinião formada quer não encontres respostas que te satisfaçam para tudo isto, não deixes de marcar presença no próximo debate do Quórum!

Ciclo Geopolítica para totós: “Síria: nos bastidores da guerra civil”

Há 5 anos em guerra civil, a Síria é palco de um conflito com repercussões humanitárias e geopolíticas incontornáveis.
O que começou por alguns protestos populares contextualizados na Primavera Árabe, com manifestações de oposição ao governo sírio de Bashar al-Assad, rapidamente escalou para um conflito armado, que abrange aspetos de natureza sectária, cultural e religiosa. Entretanto, a intervenção de outros países, com presença militar no terreno, apoio económico a facções, ou como grupos de influência, e o aproveitamento da instabilidade pelo Estado Islâmico, contribuíram para que hoje a Síria esteja imersa numa guerra civil sem resolução à vista…
Qual é o contexto histórico da situação na Síria e no Médio Oriente? O que se poderá esperar no futuro? Será possível uma resolução com participação de Bashar-al-Assad? Qual a importância da guerra na Síria na luta contra o Estado Islâmico? Qual tem sido a intervenção da Europa e dos Estados Unidos? E da Rússia e Turquia?

Diapositivo5


As variantes multiplicam-se e dificultam a compreensão desta situação, tão importante na atualidade geopolítica. Se queres saber mais, não percas a 3ª conferência do ciclo “Geopolítica para totós” do Quórum, dia 26 de abril! Para participares, basta inscreveres-te enviando um e-mail para quorumfp@gmail.com com o teu nome completo. Esta atividade é aberta a todos os estudantes da Universidade do Porto.

Livro do Mês: “Uma pequena história do mundo”

Está a decorrer no mês de abril o ciclo de conferências “Geopolítica para totós”, organizado pelo Quórum. A análise geopolítica mostra-nos como um país pode singrar e evoluir, ou falhar e desaparecer, conforme a sua posição estratégica no mapa mundo, a sua relação histórica com os países vizinhos ou os seus recursos naturais. Permite-nos contextualizar o presente no passado, e até fazer previsões sobre os posicionamentos futuros das nações, com base em padrões de comportamento que se repetem. Abarcar esta perspectiva permite-nos conhecer as verdadeiras possibilidades de atuação política ou militar de um país, influenciadas pelas circunstâncias físicas e culturais deste, e pelas suas interações passadas com o contexto.

capaPHDMGOMBRICH_FRENTE_400px__49880
Essencial para esta análise é o conhecimento geográfico, mas também da História Universal. Assim, para o livro do mês de abril escolhemos “Uma pequena história do mundo”, de E. H. Gombrich. É um livro que resume os principais desenvolvimentos da História, num tom simples e acessível, que te impele a ler até ao fim sem a dificuldade tipicamente associada ao estudo da História

Ciclo Geopolítica para totós – “Regimes comunistas no século XXI”

Os regimes comunistas tiveram um papel histórico e político importante no século XX e, apesar de todas as previsões de queda, continuam a marcar posição no xadrez político mundial. O contraste entre este modelo de sociedade com a democracia liberal do Ocidente esteve na base da divisão geopolítica do mundo na segunda metade do século, segundo dois grandes eixos de poder – E.U.A. e U.R.S.S. – , até à queda do muro de Berlim há apenas 27 anos e subsequente colapso da União Soviética.

China, Coreia do Norte, Cuba e Venezuela são os principais estados modernos com organização comunista, cada um com diferentes atitudes quanto à política externa e às relações com os mercados capitalistas. A nível interno, colocam-se questões relevantes quanto às liberdades e direitos fundamentais sacrificados em prol da eficácia governativa, e às incongruências ideológicas que a sua sobrevivência no Mundo Globalizado parece impor. Inclusivamente pela sua relutância em fazer parte dele, estes países têm uma relevância indubitável no mundo global de hoje.

Diapositivo4

Qual é o actual papel dos regimes comunistas? Que lugar terão no século XXI? Como é a sua relação com o resto do mundo, e de que forma esta os influencia?

Para uma discussão e um debate saudável é essencial informação. Se queres saber mais, construir uma perspetiva fundamentada, ou simplesmente partilhar as tuas opiniões, não hesites em participar na 2ª Conferência do Ciclo “Geopolítica para totós” do Quórum, no dia 12 de abril.
Para participares, basta inscreveres-te enviando um e-mail para o Quórum (quorumfp@gmail.com) com o teu nome completo. (A participação nesta atividade confere pontuação para os Programas de Mobilidade).